Montmartre

O primeiro passeio foi conhecer o bairro do hotel, Montmartre, muitos restaurantes, Pubs, artesanato. Foi reduto de artistas como Van Gogh, Renoir, Picasso. Cenário do filme Amélie Poulain.

Vimos um lindo labrador deitadão no meio da calçada. Nos aproximamos e ele mostrou o barrigão, muito lindo!!! Se ele falassa, acho que diria Benvenue!

Como estava escurecendo e a região da Sacre Coeur estava cheio de cigarrinhos do demônio, achamos por bem voltar e ficar no pedaço mais boêmio e menos maluquete.

O Pub estava lotado, então fomos comer o crepe num bistrozinho simpático, comandado por duas italianas poliglotas (falavam italiano, francês, inglês, alemão e espanhol, facilitou bastante nosso pedido na primeira noite). E perambular pelas ruas cheias de coisinhas foi bem divertido: geleinhas, mostardas dijon, lencinhos, canetas, isqueiros, caixinhas de música…vi um souvenir bem engraçado, mas impublicável, rs.

Falando de comidinhas, vira e mexe no masterchef, alguém fazia alguma sobremesa com o ruibarbo, Vi um macaron de ruibarbo e provei…gosto de ruibarbo, não parece com nada que conheço. Não curti, rs. Ainda bem que pedi de chocolate e caramelo também, rs. E beber vinhos versão garrafa caçulinha durante o passeio foi bem divertido (até descobrir que no mercado os vinhos eram mais baratos e que no quarto não tinha frigobar,ou seja, champagne e brancos teriam que ser consumidos outside, rs).

Os sorvetes incríveis , cada gelateria tinha os seus, e os de nutella e tiramissu, são imperdíveis! O de limão é bárbaro também!

Numa tarde, além de ir ao mercado e ao Moulin Rouge (nesse, passei só na porta, acho que não era meu estilo de programação, acabamos jantando num restaurante alemão…bizarro, mas era o único aberto e próximo ao hotel, rs), tinha que conhcer o café Deux Moulins , onde a personagem trabalhava.  Beber o café e experimentar o créme brulé (sim, a casquinha quebra com a colher), o supersimpático garçon que nos atendeu ( educadíssimo, colocou-nos na mesa próxima ao poster da Amélie, tirou fotinhos pra gente, sempre sorrindo ), os olhares dos rapazes das mesas vizinhas , tudo tornou aquela visitinha uma experiência maravilhosa.

Os dois melhores  restaurantes de lá pertencem ao mesmo dono : Le Moulin de la Galette e Antoine de Montmartre. Tem que fazer reserva, mas valem a pena!

 

 

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