Mais compaixão, por favor

Toda pessoa que tem religião espera, em um momento difícil, apoio do padre, pastor, rabino, monge, guru…

Palavras de conforto, com citações bíblicas, um abraço, uma oração.

Alguns padres resolveram dar sermões em velórios e missas de sétimo dia. Falta de noção…não é o momento, poderiam guardar os sermões para qualquer missa de domingo, para os encontros de casais, para os jovens, enfim, mas não em um momento tão triste e delicado para a família.

Anos atrás, fiquei chocada com o padre que falou “morreu, acabou: fizesse em vida”…e agora, ouço outro padre falar isso e outras coisas muito piores (perguntar quem será o próximo a partir foi de extremo mau gosto, tive ganas de fechar a bíblia dele e falar” se o senhor veio de má vontade, muito obrigada, pode parar por aqui, vamos ler a bíblia e tentar achar palavras reconfortantes por nós mesmos”…).

Tive criação católica, fiz primeira comunhão na igreja de um padre bacana, que falava que Jesus é nosso amigo, que a melhor catequista é a mãe, que deu bronca numa beata que queria nos vestir de mini monges na primeira comunhão (“criança tem que se vestir de criança”)… Assisti a inúmeros casamentos celebrados de forma tão linda e leve… e por ter uma família parte budista, também vi missas budistas muito respeitosas, os monges falavam conosco, davam apoio…é o que se espera de um pároco!

Depois não sabemos porque perdem tantos fiéis a cada ano… e com quem devemos reclamar dessa postura? Com o Bispo?

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