La vie c´est belle

Depois de algumas turbulências, estresses e decepções, eu tinha exatamente uma semana para apertar a tecla F para tudo que não me pertence mais e curtir as merecidas férias!

Quem diria que conheceria tanta gente fina, elegante e sincera… que eu me perderia pela cidade e me encontraria em coisas que só eu observei. Que me entenderiam tão bem mesmo não falando o idioma (olha, questão de honra aprendê-lo, para voltar e retribuir toda a gentileza com que fui tratada…). Que descobriria tanto sobre o lifestyle, sobre os aspectos socioeconômicos. Que eu veria uma moda tão sóbria e por vezes sem graça e, ao mesmo tempo contemplaria tantos móveis coloridos e interessantes. Que eu descobriria meu paraíso na terra. Que eu pularia de felicidade (literalmente), e quantas gargalhadas ressoaram pelas ruas… Nunca andei tanto de metrô… até trem eu peguei (meio sem saber e sem querer, mas fazer o que?).

Descobrir que você não é a única apreciadora de patins, nem a única enófila da turma. Poder socorrer as amigas nas comprichas ( e nos pedidos de amostrinhas também, rs), pedir socorro também e receber ajuda de onde menos esperamos.

Relembrar as aulas de história e o trabalho nota dez (que seria nota onze, agora vendo de pertinho ), os maravilhosos filmes de Woody Allen, a personagem Amélie Poullain, sair seguindo os passos de Robert Langdon de o Código da Vinci e descobrir que o mais legal do Museu não é a Monalisa…

Ver como se faz a sua bebida preferida, visitar catedrais e acender uma velinha (e agradecer a Deus e pedir proteção sempre), fazer umas degustações às cegas, decidir qual é o melhor macaron da cidade, provar os pratos típicos ( e não, eles não rastejam e nem são miúdos de ganso, rs).

Ver que a linguagem do amor é universal… receber tantos elogios que massageiam o ego, melhor que qualquer make e creminho.

Fazer a festa, não importa o local. Forçar uma prova de resistência e voltar com uma gripe fortíssima. Descobrir o quanto aprendemos com crianças de 6 anos de idade (ok que estamos na era da internet, mas esses menininhos são surpreendentes!).

Ver o quanto somos vulneráveis e entender porque temos que viver espalhando o bem.

Enfim, são muitas histórias para contar. E não tem como não amar….

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